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O que é Monero (XMR)

Monero é uma das principais criptomoedas focadas em privacidade e é apoiada por uma grande comunidade de código aberto de desenvolvedores e defensores da privacidade. Um fork do protocolo ByteCoin lançado em 2014, a Monero é uma das moedas CryptoNote: uma série de criptomoedas que contam com um conjunto de primitivos criptográficos avançados para alcançar privacidade, descentralização e fungibilidade.

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Recursos Monero (XMR)

Monero é uma criptomoeda de prova de trabalho (PoW). Sua comunidade dá muita ênfase à descentralização e uma série de medidas foram realizadas para tornar a Monero resistente a ASIC. As ASIC são hardwares de mineração especializados em redes PoW, que podem levar à centralização dos mineradores. Portanto, a Monero implantou soft forks do protocolo da rede para limitar o desempenho de ASIC na rede.

A tecnologia CryptoNote implantada pela Monero a torna um dos exemplos mais profundos de privacidade no mercado geral de criptomoedas. A rede usa primitivos criptográficos como Transações Confidenciais em Anel (Ring Confidential Transactions, ou Ring CTs), assinaturas em anel, endereços stealth e bulletproofs para mascarar completamente os detalhes de transação a nível de blockchain.

A governança da Monero depende de um modelo de “consenso aproximado” onde as propostas para atualizações e desenvolvimentos na rede passam por uma série de decisões fora da rede pelos principais desenvolvedores e pela comunidade em geral.

Tecnologia de privacidade e o Laboratório de Pesquisa Monero

As transações na Monero são automaticamente privadas, o que significa que a tecnologia de privacidade empregada funciona em segundo plano e não é opcional ao enviar ou receber XMR (a moeda nativa da Monero).

No nível da blockchain, existem três áreas principais que precisam ser abordadas para alcançar anonimato e fungibilidade:

1. Origem da transação
2. Destino da transação
3. Quantias da transação

As principais implementações de privacidade da Monero abordam todas as três áreas. A integração recente de bulletproofs (uma forma de prova de conhecimento zero) agrega ainda mais à privacidade e à eficiência da rede.

As origens e destinos das transações são mascarados na Monero por uma combinação de endereços stealth e Ring CTs. Os endereços stealth são endereços de uso único criados pelo remetente para uma transação em nome do destinatário, impedindo que seus endereços sejam ligados. Ring CTs são uma forma otimizada de assinaturas em anel que ofuscam a chave usada para assinar uma transação entre um grupo de usuários, tornando computacionalmente inviável discernir o signatário real de uma transação.

As Ring CTs permitem até mascarar as quantias de transações com uma eficiência razoável. Para melhorar as asserções de eficiência e privacidade das transações de Monero, os bulletproofs foram implementados no protocolo em 2018, ajudando a reduzir o tamanho das transações na Monero em até 80%.

As transações confidenciais são, em média, maiores que as transações criptográficas padrão (ou seja, as de Bitcoin) devido aos compromissos necessários para mascarar os detalhes de transação. Embora muito novos, os bulletproofs na Monero são vistos por muitos como um passo importante da rede.

Laboratório de Pesquisa da Monero publicou inúmeros trabalhos acadêmicos sobre privacidade e tecnologia financeira, desempenhando um papel importante no futuro da rede.

Mineração e Descentralização

A Monero conta com um consenso PoW com algumas otimizações focadas em manter a descentralização. O algoritmo de consenso implantado na rede é o algoritmo CryptoNight, projetado para ser compatível com CPUs e GPUs, mas não com hardware especializado como as ASIC. A comunidade Monero escolheu manter-se aberta e adaptar o algoritmo de consenso contra as tentativas por empresas de mineração de criar hardware especializado capaz de minerar na rede.

A Monero também possui um tamanho de bloco dinâmico, o que significa que o tamanho dos blocos na blockchain não é fixo e eles se ajustam com base nos requisitos da rede.

A Monero tem uma recompensa de blocos que cai de forma consistente, o que cria uma emissão em cauda cujas consequências são uma taxa de inflação anual perpetuamente decrescente em relação à sua oferta.

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